O Estrangeiro
posted by Otto Octavius on July 3rd, 2009
Meu nom de guerre eu aceito,
Meu nome antigo não é um conceito,
Pois hoje eu renasci
Como pra sempre vivi.
Ozimandias já dizia
Sobre seus grandes feitos
Mas lá tudo jazia
Destroços perfeitos.
Tudo bem, aceito minha efemeridade,
Não quero durar uma eternidade…
Meu nom de guerre, no entanto
Carrega pra sempre certo encanto.
Nem que seja só pra mim
Mas meu nom de guerre não tem fim.
É bom, belo, justo e verdadeiro…
Dos meus atos, o herdeiro.
E assim me faço como quero ser,
Adiante na vida que vou a escrever.
Letra por letra, verso por verso
Desbravo meu próprio universo.
Estrangeiro, Coração!
Avante, Legião!
This entry was posted on Friday, July 3rd, 2009 at 7:13 pm and is categorized in Poesias. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed.
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